domingo, 28 de fevereiro de 2010

Novas velhas reflexões

Ontem eu estava conversando com a Deo no MSN, e acabamos falando sobre os animais e o ser humano.
Lembrei de um e-mail que Marcel me mandou sobre um país onde os adolescente quando querem provar que já são homens feitos, aproveitam-se de golfinhos que vêm à praia para matá-los. Também tem as focas e raposas que têm sua peles retiradas enquanto ainda estão vivas, sofrendo uma dor terrível. E a morte depois da sessão de tortura é um alívio inevitável. E as CCZs que torturam cães e gatos de rua. Já vi imagens fortíssimas, desses "homens" colocando gatos num saco e depois pondo em água fervente. Ou jogando gaiolas abarrotadas de animais, que poderiam quebrar várias colunas. Voltei imediatamente ao assunto que não cala em minha mente: os animais precisam de ajuda! E urgente. As marias farinhas praticamente estão extintas por conta do ser humano que mata por prazer (elas não servem pra alimentação). O mesmo ocorre com os golfinhos que vão brincar com seus algozes, na maior das inocências.
Não, o ser humano não sabe o que é sentimento de verdade. O amor pra alguns humanos são mercadorias, que se voltarem-se contra eles, é só matar. A amizade sincera está em extinção como as marias farinhas. Encontram-se uma ou outra, aqui e ali, mas aquelas que enchiam as praias de tal modo que era impossível caminhar na areia quando o mar estava secando morreram com o tempo, vítimas da maldade humana. 
Eu confesso que sou uma privilegiada por saber que eu tenho amigos sinceros. E espero que sinceramente que o ser humano não acabe seus dias igual ou pior que hoje. 
Tá, eu sei que sou humana, tenho meus erros sim, confesso. Mas eu paro pra pensar, e tento fazer algo que acredito ser o certo. Talvez o mais certo é que os humanos sejam a próxima espécie em extinção.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Dia comum?

Pra muita gente sim, mas pra outras não. Muitos se lembrarão que hoje é o aniversário do Serginho Herval (parabéns pra ele, claro!) mas é também a 18ª primavera da minha amiga Deo.
É, amiga essa que se tornou uma companheira quase inseparável, mesmo com a distância imensa entre Recife e Sampa. Nos conhecemos através do Roupa Nova, e a partir daí começamos a descobrir mais coisas em comum, começamos a contar nossos pequenos segredos, e a confiança só fez aumentar nestes quase três anos de convivência.
É, a maioridade já chegou pra ela, e pra mim não está tão longe. É costume nós conversarmos sobre isso, pois temos medo do que pode vir. Ser adulto não é fácil, a gente imagina. Mas temos que crescer. E não apenas por fora. Nossos valores, sentimentos e emoções, temos que aprender a controlar e balancear. 
Temos muito que aprender. Temos um longo caminho pela frente. 
Mas acima de tudo, desejo felicidade. Não apenas hoje, mas que todos os dias te tragam o melhor pra você. 
Happiness ~* diria ela :)
Happiness pra você também Debora. =)